Uma resenha do iPhone por um Microsoft fanboy – os prós e os contras

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Para quem visita o meu outro blog já sabe que eu ganhei um novo brinquedo eletrônico essa semana, um iPhone. Apesar do hype todo gerado pelo aparelho no Brasil e em outros países do mundo, será que o iPhone realmente é tudo isso que dizem, anunciam ou parece ser?

Todos os reviews do celular da Apple costumam possuir uma visão um pouco fanboy sobre o aparelho, mostrando apenas as grandes inovações de interface e usabilidade que o aparelho traz, esquecendo de citar que o aparelho peca muito em outras áreas, como software e conectividade.

O iPhone é um ótimo celular / PDA / faz tudo, porém não é um aparelho para “qualquer um” e possui alguns defeitos que podem fazer a diferença na hora da compra. Descubram quais lendo essa minha humilde resenha.

1. iPhone – O brinquedo

Tenho que revelar que sou extremamente dependente dos meus dispositivos móveis. Apesar de ser assinante de um plano pré-pobre de telefonia celular, conferir meus emails, entrar no MSN ou apenas ler as notícias do dia através do celular ou via internet já fazem parte do meu cotidiano. Antes de comprar o iPhone eu possuía um Dell Axim x51v, a Silvia Saint dos PDAs, e fazia o diabo com ele ligado através de bluetooth ao meu agora doado Motorola L6. Porém com o passar do tempo foi começando a ficar difícil carregar 2 dispositivos móveis comigo, principalmente por conta do tamanho do Axim.

De posse da experiência que tive ao ser dono do meu Dell por quase 2 anos, notei que smartphone não era uma coisa pra mim, pois utilizava menos de 10% de todas suas funcionalidades, que para mim se resumiam a calendário, listas ToDo e Wifi.

Com essas tarefas mínimas básicas em minha mente procurei um aparelho que satisfizesse essas minhas necessidades e além disso fosse capaz de ser pequeno e portátil. Decidi pelo iPhone, e felizmente não me arrependi.

2. iPhone – O Hardware

Uma coisa que é unânime entre todos os consumidores que compram algo da Apple, fanboys ou não, é concordarem no bom gosto que a empresa da maçã tem ao criar o design de seus novos produtos.

O iPhone possui uma pintura metálica jateada que toma conta de todo seu exterior, sendo cuidadosamente quebrada pela borda cromada do aparelho e pelos botões pretos estrategicamente colocados na lateral do telefone. Apesar de não concordar com o posicionamento do botão que muda entre os perfis tocar / vibrar, falaremos mais sobre isso adiante.

iPhone - Parte traseira iPhone - Parte lateral

Ao virar o aparelho de frente notamos a qualidade e o acabamento impecável da tela de toque. Ao ligar-lo primeira vez, fui surpreendido pela impressionante fidelidade e quantidade de cores que a tela do euTelefone podia exibir. Apesar das imagens incluídas no aparelho como os wallpapers terem sido (obviamente) escolhidas a dedo e possuírem uma resolução porngraficamene alta, a qualidade da tela realmente foi confirmada quando visualizei algumas fotos tiradas com a câmera do próprio aparelho. A nitidez das imagens impressiona, e deixa qualquer outro gadget que já tive no chinelo.

iPhone - Tela de Lock iPhone - Tela principal

Além da LCD 42”  HDTV Ready e do seu ótimo acabamento, o iPhone possui em sua parte superior um botão de hold, o slot para o simcard e um conector para fones de ouvido. Na parte inferior temos o conector 30 pinos padrão da Apple e os altos falantes.

iPhone - Conectores do topo (Fone, simcard e hold) iPhone - Alto Falantes e conector 30 pinos

Falando do simcard, começo a minha primeira crítica ao aparelho aqui. Apesar do produto não ter vindo em sua box original, todos os manuais, folhetos explicativos e Quick Start guides que acompanham o iPhone estavam anexo ao meu brinquedo. Para quem conhece a Apple e seus produtos sabe que isso se resume a uma única coisa: Nada. Tudo bem que o iPhone acompanha um bloquinho que explica a nova funcionalidade de toque e a utilização das gestures (para zoom e movimento de tela) e outros panfletos necessários (entenda-se: obrigatórios por lei) sobre emissão de frequências RF e sinal wifi, mais me senti frustrado ao não ter a MÍNIMA idéia de como inserir o chip da minha operadora em meu novo celular.

Felizmente uma rápida pesquisa no Google me trouxe DIVERSOS resultados, concluindo que não foi somente eu que tive essa dúvida ao comprar o aparelho. Apesar de agora o aparelho possuir uma linda recepção de sinal depois e 45 segundos que perdi para ejetar o slot do simcard e colocar o meu chip, a garantia da Apple Care não cobre os 45 minutos que passei tentando de todas as formas humanamente possíveis descobrir aonde ficava o tal slot. Não custava ter um simples pedaço de papel escrito “the fucking simcard goes here” e uma seta apontando para o oculto slot no lado superior do aparelho.

Abaixo, as especificações completas do aparelho:

Dimensões: 61 x 115 x 11.6 milímetros
Peso: 135 gramas (com bateria)
Sistema: Mac OS X v1.0 (ARM)
CPU: Samsung S5L8900 @ 620Mhz
RAM: 128MB
Display: 320×480 @ 65536 cores
Rede: GSM Quad-band
Conectividade: Wifi 802.11b/g, Bluetooth 2.0 + EDR, USB 2.0
Câmera: CMOS @ 1.9mpx

3. iPhone – O telefone

Após finalmente conseguir fazer o iPhone funcionar, resolvi fazer alguns pequenos testes para verificar a qualidade telefonística do aparelho, e verifiquei que o iPhone cumpre a risca o seu papel de telefone celular. Possui uma ótima recepção de sinal (em comparação com o meu L6) e o som que sai de seus altos falantes é cristalino e puro. Todas as funções do aparelho ficam facilmente acessíveis na tela durante uma chamada, e o pequeno detalhe da tela ligar e desligar automaticamente ao mover o aparelho para o lado da cabeça e para a frente dos olhos realmente foi uma ótima sacada por parte da Apple.

iPhone - Tela de Chamada em curso

Além disso, o aparelho possui um tempo de resposta excelente ao se acionar funções durante a chamada, como acesso a agenda, viva-voz (que possui um som muito bom, graças aos alto falantes embutidos do aparelho) e chamadas em espera.

4. iPhone – O Software

Antes de mais nada, se você deseja comprar um iPhone para uso única e exclusivamente como aparelho celular, esqueça. Mesmo desconsiderando que o iPhone não foi feito para funcionar em redes brasileiras, que foi feito para ser um aparelho simples e de fácil entendimento e usabilidade por qualquer pessoa, o software do aparelho é muito, MUITO simples, e peca gravemente no quesito funcionalidade.

Apesar de o iPhone dar um coro em qualquer outro dispositivo móvel que eu tenho ou já tive quando o quesito é usabilidade, o software do aparelho muitas vezes aparenta ter sido feito na correria, ou somente para provar que coisas do tipo “eu não disse que o iPhone fazia isso? Pois é, está ai”, realmente estivessem no aparelho quando ele fosse colocado a venda nas lojas. Tudo bem, você controla o telefone TODO com os dedos, vira ele para um lado e para o outro para mover figuras, mais pode ter certeza que algumas dessas coisas rapidamente perdem a graça quando você abre o menu SMS do celular e descobre que, não existe menu SMS.

iPhone - Tela de configurações

Não sei se é porque fui fortemente catequisado por celulares Motorola, porém diversas coisas que um celular simplesmente poderia, e deveria fazer, não existem no iPhone. E nem falo em tópicos mais avançados, mais sobre coisas básicas, como envio de mensagens SMS para vários destinatários, anexos de arquivos (MMS), pesquisa de contatos na agenda telefônica e configuração de dispositivos bluetooth, entre outros.

Começo falando das mensagens SMS, que é uma função que uso muito mais do que a de telefone. Apesar de a Apple ter tentado inovar criando um sistema de “threading” para conversas via SMS, após enviar e receber várias mensagens para vários contatos diferentes você percebe o inferno que fica para simplesmente encontrar uma informação em uma mensagem específica. Além disso, o iPhone não possui suporte a templates, drafts e nem permite que você apague mensagens individualmente. WTF, mais o conceito de ‘caixa de entrada’ e ‘caixa de saída’ é tão complicado assim?

iPhone - Tela de SMS em formato Threading

Sei que vai ter gente que vai adorar o novo sistema de SMS, mais eu pessoalmente achei horrível, principalmente quando lembramos que no Brasil é monetariamente impossível manter uma conversa via mensagens de texto. Ok, o sistema foi feito com base em um país onde existem planos de SMS ilimitados por valores irrisórios, mais mesmo assim o sistema de threading para mim continua sendo uma porcaria. Ah, e o iPhone não manda MMS, pelo menos não nativamente.

Navegando pelas configurações do celular, notamos outra “falha” grave no software do iPhone. Os menus, apesar de diretos e de fácil acesso, não possuem todas as funcionalidades esperadas para um celular. O menu de sons, apesar de existir, não permite que você crie perfis específicos para cada ocasião (como Alto, Normal, etc) e é preso em apenas duas opções: Silencioso e “o resto”, que são alternados utilizando-se um pequeno slider lateral, que pessoalmente acho que nem deveria existir. Tudo bem que ele facilita a vida e permite que você troque rapidamente de perfil, mais acho que um hold de 2 segundos na tecla de decremento de volume funcionaria melhor. O menu rede por exemplo, não possui configurações específicas de roamming nem de tarifação (aviso de 1 minuto na chamada, bloqueio de chamadas entrantes, etc).

Tudo bem que podemos também deixar passar o fato do iPhone não suportar Java (que se você pensar bem não faz tanta falta assim) e não permitir que você faça seleções múltiplas (se você tiver 980 emails na sua caixa de entrada, terá que apagar um por um), mais o grande, o pior, o uber extreme gates of hell problema do iPhone para mim é a falta de suporte a OBEX via Bluetooth. Sim, o aparelho tem bluetooth, porém a única funcionalidade dele é conectar fones sem fio ao aparelho. E só. Nada de mandar / receber arquivos, sincronização sem fio com o PC, nada.

iPhone - Tela de configuração do Bluetooth. Tudo isso de opções?

Enquanto eu escrevia esse texto até tentei achar uma justificativa para isso, e graças ao campo de distorção de realidade gerado por todos os produtos produzidos pela Apple, incrivelmente eu achei uma desculpa até plausível para a falta de envio de arquivos via Bluetooth e o suporte a MMS: iTunes Store. Imagina que lindo ia ser você comprando músicas e vídeos na Store e desovando eles para TODO mundo via BT ou MMS. Sem dúvida seria um fato deveras desagradável ao Steve dos trabalhos. Tudo bem que DRM está ai para isso, mais como precisava de uma justificativa, tentei encontrar uma.

Além do suporte a bluetooth praticamente nulo, o iPhone não possui um modo de conexão “unidade removível”, sendo assim, para poder enviar arquivos para o telefone você deve utilizar uma conexão SSH através de um cliente SFTP. Apesar de parecer complicado, o processo de instalação do SSH é muito simples, porém seria infinitamente mais fácil se o iPhone tivesse um modo unidade removível para quando quiséssemos enviar nossas porcarias para dentro do celular.

Felizmente, todos os problemas que pessoalmente encontrei no iPhone, podem ser resolvidos via software. Até mesmo o bluetooth, pois o iPhone possui todo o hardware necessário para gerenciamento do OBEX, porém por preguiça ou pelo motivo acima citado, a pilha de comunicação não foi implementada.

Caso você já esteja deprimido e me achando um idiota por ter comprado um iPhone, adivinha qual é o grande trunfo do celular da Apple contra todas as outras coisas do mundo? Como sempre, o homebrew.

5. iPhone – Os OUTROS softwares

Caso você compre um iPhone (ou até mesmo um iTouch) e não faça o Jailbreak dele, você terá em mãos nada mais nada menos do que um celular / MP3 Player de luxo que custou 5 vezes mais do que qualquer outro disponível no mercado. Como eu disse acima, todos os problemas do iPhone podem ser resolvidos através de updates oficiais de software, mais como para tudo na vida sempre existe alguém com muito tempo disponível e um computador, nasceram os primeiros homebrews para o iPhone. E crianças, no quesito homebrew, o iPhone kick SERIOUS asses.

Tudo funciona através de um programa chamado Installer.app, que é como se fosse um grande concentrador de aplicações homebrew para o iPhone. Apesar de ser uma aplicação não suportada pela Apple (assim como tudo que está no Installer.app), a organização impressiona. Ao rodar o programa, ele irá atualizar a sua base de dados e mostrará todos os programas, patches e hacks existentes para o iPhone, separados por categoria. A partir dai você pode instalar, atualizar ou desinstalar qualquer aplicação homebrew existente no repositório diretamente da interface do programa, sem necessidade de um computador ou de modificações nos arquivos do telefone.

iPhone - Installer.App - CategoriasiPhone - Installer.App - Tela de desinstalação de pacotesiPhone - Installer.App - Tela de inclusão / exclusão de Repositórios (Sources)

Dentro do Installer.app pode-se encontrar de tudo: Jogos, calculadoras, emuladores, agendadores de tarefas, mágicas, enfim, qualquer coisa que você possa (ou não) precisar.

E é ai que entra a parte matadora. Lembra do MMS? Já criaram um programa homebrew que manda e recebe mensagens desse tipo no iPhone, sem nenhuma modificação no aparelho. E o SMS? Já criaram também uma aplicação que gerencia as mensagens do seu celular old school style, criando uma caixa de entrada, uma pasta de rascunhos e até permitindo que você insira smiles na suas mensagens. Em suma: Caso você compre um iPhone e sinta falta de alguma funcionalidade, provavelmente alguém em algum lugar do mundo também sentiu, e provavelmente já existe um programa no repositório do Installer.app que trará essa funcionalidade para o iPhone. Além disso, as aplicações homebrew do iPhone funcionam maravilhosamente bem, e são tão bem integradas à interface do aparelho que você nem irá perceber que está executando um programa não oficial.

Claro, além da infinita quantidade de porcarias que você pode instalar no seu brinquedo, existem também as aplicações que já acompanham o aparelho, como visualizador de vídeos do YouTube, previsão do tempo, gerenciador de emails, ações da bolsa, um bloco de notas, calculadora, alarmes, horário mundial e claro, o todo poderoso Safari. Abaixo vocês podem ver um vídeo que mostra todas as aplicações que possuo atualmente no meu iPhone, e uma breve execução de cada uma:

Parte 1 (esqueci que o vídeo só pode ter 10 minutos e tive que fazer dois..):

Parte 2:

Além do vídeo acima, fiz um especial que demonstra todo o poder do Safari, o browser integrado do iPhone / iTouch. A qualidade da renderização das páginas é impressionante, e não deixa nada a desejar em comparação a um browser de PC. Você pode abrir várias páginas, dar zoom, clicar em links, avançar, criar bookmarks e até fazer download de arquivos e imagens (via, novamente, homebrews). Como comprei o aparelho pensando basicamente em navegar na internet, ponto positivo para a Apple.

Abaixo um vídeo mostrando o iPhone renderizando algumas das páginas mais famosas da internet:

6. iPod

Além de telefonar, mandar mensagens, cozinhar, levar as crianças na escola e servir de cão de guarda, o iPhone também toca música. A interface é a mesma do iTouch, que para quem não conhece, permite que você crie playlists, filtre as pesquisas por artista, álbum ou inicial do nome da música. Ah, e tem também o famoso coverflow, que permite que você navegue pelos álbuns gravados no seu iPhone “folheando” pelas capas.

iPhone-Coverflow

O iPhone, assim como todos os produtos da Apple, vem acompanhado de um fone de ouvido estéreo, que no caso do iPhone de quebra ainda possui um pequeno microfone embutido, que pode ser utilizado para conversar durante chamadas. Ponto para Apple nessa novamente.

iPhone-fone-headphone

Apesar de o fone ser de ótima qualidade, a entrada existente acima do celular não é um plug P2 padrão, sendo assim caso você deseje utilizar um fone de melhor qualidade que você já possua, terá que comprar um adaptador. Se você pensar isso não é um grande problema já que todos os celulares que tive acompanhavam fones com entradas proprietárias.

Para gerenciar o iPhone, você obrigatoriamente deve utilizar o iTunes, que na minha opinião, é o programa mais inútil já criado por qualquer empresa nesse mundo. Apesar de já gerenciar o meu iPod Video utilizando o Winamp, pensei que dessa vez iria ter que ficar preso a esse programa amaldiçoado. Felizmente para minha sorte existe um plugin para Winamp que oferece suporte completo ao iPhone / iTouch, que depois de alguns minutos de configuração já estava enviando músicas e vídeos para o meu brinquedo como se eu estivesse trabalhando com pastas no Windows Explorer. A única coisa que tive que abrir mão ao escolher esse caminho é o envio de toques personalizados para o celular, mais nada quem um pouco de SFTP não resolva facilmente.

7. Considerações finais

Como disse no começo da resenha, o iPhone não é um celular para qualquer um. Se você pensa em comprar um somente para usar como celular e tocador de MP3 e não pense em fazer o jailbreak para instalar programas customizados ou perder algumas horas de sua vida mexendo com pequenos arquivos de configuração e movendo arquivos via FTP, o iPhone não é o celular certo para você. Você se sentirá frustrado pela falta de funcionalidade que ele pode lhe oferecer “out of the box”, e perceberá que o seu velho celular pago em 32 parcelas de R$ 10,99 na Casas Bahia pode fazer muito mais que o tão aclamado iPhone.

Por outro lado, se você pretende utilizar o  iPhone como um celular e como um “quase PDA” mais parrudo que qualquer coisa que você já conheceu e deseja, claro, fazer o jailbreak dele e instalar aplicações customizadas, compre-o assim que você tiver a oportunidade. Ao mesmo tempo em que fiquei frustrado ao ver que o iPhone não conseguia desempenhar pequenas funcionalidades que meu antigo Motorola L6 tirava de letra, fiquei surpreendido ao abrir o Installer.app e encontrar uma gigantesca livraria de aplicativos prontos para instalar e usar e que cresce a cada dia, fazendo meu L6 e meu Dell Axim parecerem apenas brinquedos ultrapassados.

Com o passar do tempo a Apple percebeu que o iPhone estava alcançando um mercado que não era planejado inicialmente, que é o mercado corporativo. Com isso ela está mudando completamente sua visão quanto ao aparelho e pensando que o iPhone tem poder sim para abocanhar uma ótima fatia do mercado corporativo de celulares e dispositivos móveis. Após o anúncio da SDK, diversas empresas se comprometeram a desenvolver aplicações com um foco mais robusto do que aquele apresentado pelas aplicações encontradas no Installer.app, e até mesmo a Microsoft já anunciou essa semana que irá desenvolver uma pequena versão dos seus aplicativos Office para o iPhone. Além disso, com o lançamento do firmware 2.0 (também conhecido por iPhone 1.2) o aparelho irá trazer de fábrica diversas melhorias como a possibilidade de se selecionar diversas mensagens no se cliente interno de email, suporte a sincronização de calendário e agenda utilizando padrões como o do ActiveSync da MS e diversas novas configurações.

Por isso concluo dizendo que o iPhone sim, é um ótimo celular / MP3 Player / Faz tudo, desde que você tenha o cuidado de entender um pouco como funciona o sistema interno do aparelho e instalar alguns pequenos aplicativos escolhidos a dedo de dentro do Installer.app, que irão transformar-lo de “mais um celular com design bonitinho” em um excelente dispositivo portátil que é pau para toda obra e vai te acompanhar em qualquer lugar que você estiver.

Suporte NewsInside

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