As lembranças de um Gamer Tradicional

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jul
22
Amido  

retro-games Sábado, 7 horas da manhã. Você acorda mais cedo já ansioso para terminar aquele fantástico jogo que lhe ofereceu tantas maravilhosas horas de descontração, depois de adentrar vários túneis; destruir vários castelos e até “domar” um dinossauro em sua aventura. Não, eu não estou falando dos atuais Blockbuster’s, mas sim de um clássico que ficará na memória de milhares de gamers acerca do mundo todo: Super Mario World. Um jogo com uma história que passa vergonha frente às atuais produções com orçamentos milionários, mas que sempre quando citado faz você lembrar daquela inesquecível manhã de sábado, junto com um ou mais dois vizinhos e primos zerando aquele que foi o primeiro jogo de muito gamer veterano hoje em dia.

Mas o que as crianças de hoje, da era PS2 ou 3 têm? Foi pensando nisso que escrevo este artigo, depois de ver com tristeza meus primos de 10 e 8 anos jogando GTA San Andreas, Winning Eleven, Gos of War e Need For Speed Underground. Onde está a inocência da era 16-bits, os cascos, os cogumelos, toda a magia que fez com que hoje economizemos cada “Gil” que cai em nossas mãos, seja ele o “lanchinho da tarde” ou o “presente de aniversário da vovó”, para não gastar, mas sim investir em nossos poucos momentos de diversão.

É pensando nisso que as vezes tento adivinhar o futuro da indústria Gamistica. Será que estamos fadados a ver nossos filhos jogando um sem fim Need for Speed, ou GTA? Ocasionalmente aparece um Super Mario Galaxy ou um Zelda: Twilight Princess, mas desculpem minha ignorância e os que discordam, nem de longe estes títulos se igualam aos da década de 90.

Eu por exemplo, comecei a jogar videogame graças ao meu tio e por isso devo-lhe muito. Com um Atari, lembro-me bem da ânsia que sentia cada vez que ultrapassava um carro (Enduro) ou pulava por sobre um buraco ou três jacarés (Pitfall). Algum tempo depois vejo o inigualável e monstruoso clássico “Super Nintendo Entertainment System”, ou “SNES”. Admito que não foram poucas as horas que passei jogando “Mario World”, “Donkey Kong 1, 2 e 3”, “Street Fighters II” e “Bomberman”, mas tenho absoluta certeza que jamais trocaria estas horinhas por outra coisa.

E este vai acabando, pois tenho em frente um “tentador” livro com a alcunha dada por um grande amigo de “O Maravilhoso mundo da Química Orgânica”, com um apelo à Nova Geração: “Nem só de milhares de polígonos renderizados a cada segundo, da tridimensionalidade, da AK-47 ou dos drifts se faz um clássico. Um clássico é feito pelos seus fãs que o jogam pelo simples prazer de jogar e não pelos gráficos fantásticos. Podem surgir novos jogos, mas iguais aos anteriores jamais. Esse clássicos são Eternos.”

E você, caro leitor, o que acha da nova geração? Acha que irá vingar como os clássicos que fizeram parte de nossas vidas? Ou apenas irão se tornar tendências como as atuais que logo serão esquecidas?

Artigo escrito por Matheus Comper (mczelda[arroba]gmail.com) – Publicado no NewsInside com autorização do autor.

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