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[Especial Arcades] NESiCAxLive: O Arcade Definitivo.

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Antes de começar quero agradecer ao Gabriel Barbosa que postou o artigo sobre Engenharia Reversa do Nintendo Switch na fanpage do Velberan in Miracle World, Muito Obrigado a todos que leram e gostaram (velbs S2!)


 

Máquinas de arcade sempre encheram os olhos das crianças que tiveram suas infâncias concentradas na década de 90. Com jogos na maioria das vezes extremamente bem feitos, títulos de peso como Captain Commando, Street Fighter e The King of Fighters fazem parte de boas lembranças na maioria dos jogadores que tiveram o prazer de desfrutar desses fliperamas.

Embora esses sistemas tenham sido praticamente extintos em terras tupiniquins, a coisa anda de uma maneira completamente diferente em países de primeiro mundo – principalmente no Japão. Com áreas consideráveis e sendo dedicadas somente à esses sistemas, reunir-se com os amigos para tirar aquele “racha” ainda faz parte da rotina de muitos jogadores.

Mesmo que as memórias dos brasileiros esteja repleta de partidas onde “quem perdesse pagava a próxima ficha”, assim como os consoles de mesa, os arcades evoluíram exponencialmente, contando com sistemas de ranking nacionais e até mesmo com a possibilidade de enfrentar outros jogadores a distância, através da internet.

Voltando um pouco no passado, até 1997 os jogos de fliperama já enchiam os olhos com sua beleza gráfica, jogabilidade e variedade (mesmo que a maioria dos títulos se concentrasse apenas em beat ‘n run e jogos de luta). Mas foi em 1998 que a revolução começou, quando a SEGA anunciou para o mundo o SEGA Naomi – New Arcade Operation Machine Idea.

Tal placa contava com recursos altamente avançados para a época, além de possuir jogos de alto nível com avanços gráficos e avanços em sua jogabilidade. Abaixo segue uma lista de bons exemplos de títulos que desfrutaram dessa tecnologia:
– Capcom vs. SNK
– Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes
– Crazy Taxi
– Guilty Gear X
– Guilty Gear XX: The Midnight Carnival,#Reload e Slash
– Melty Blood: Act Cadenza
– Monkey Ball
– Ikaruga

A lista apresenta títulos conhecidos do Dreamcast, também da SEGA. Isso acontece porque o console compartilhava da mesma arquitetura e processador da placa de arcade. A principal diferença é que a NAOMI contava, em seu modelo básico, com o dobro de RAM e de vídeo, além de 4x mais memória de audio. Em termos atuais a placa Naomi está para o PS4 Pro, assim como o PS4 está para o Dreamcast.

 

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Naomi/Naomi 2 (Seria o famoso e não lançado Dremcast 2?)

Não fosse o bastante, outro hardware que se baseou no NAOMI foi o Atomis Wave, produzido pela Sammy Corporation, e contava com o selo da SEGA em suas máquinas. Mesmo que não tenha sido um sucesso comercial como aquele que deu sua origem, a Atomis Wave conseguiu títulos notórios vindos diretamente da SNK, que na época ainda era da Playmore, já que a placa NEOGEO MvS não tinha poder suficiente para bater de frente com suas concorrentes. Alguns de seus jogos mais famosos são:
– Samurai Shodown VI / Samurai Spirits Tenkaichi Kenkakuden
– The King of Fighters Neowave
– The King of Fighters XI
– NeoGeo Battle Coliseum
– Metal Slug 6

Atomiswave
Atomiswave

 

Mesmo que os principais lançamentos tenham acontecido entre 2003 e 2006 – ano que a placa foi oficialmente descontinuada, dois jogos foram lançados em datas posteriores: em 2008 o sistema recebeu o game sega Clay Challenge – jogo de tiro ao alvo olímpico – e, em 2009, Sega Bass Fishing Challenge, baseado na franquia de jogos de pesca.

Como dito antes, a placa não fez tanto sucesso, o que resultou em jogos que foram anunciados, mas não lançados:
– Chase 1929
– Force Five
– Kenju
– Premier Eleven
– Sushi Bar

Depois do fim da Atomis Wave, a Sammy Corporation se
fundiu com a SEGA e, em paralelo, os servidores da AW-Net – responsável pelas partidas online do sistema – foram desligados.

Com o advento das placas Naomi e Atomiswave, os modelos que surgiram depois não reinventaram a roda; ao invés de criar uma nova tecnologia, os modelos seguintes utilizaram arquiteturas próximas aos de computadores, o que barateou o custo de produção e proporcionou sistemas mais robustos.

Uma das mais conhecidas no mercado é a placa Taito Type X, da empresa Taito, que chegou a ter 7 variações:
– Taito Type X/X+
– Taito Type X7
– Taito Type X²
– Taito Type X² Satellite Terminal
– Taito Type X Zero
– Taito Type X³
– Taito Type X4

Para ilustrar as similaridades com os PCs, os modelos básicos da Type X, por exemplo, utilizavam as seguintes configurações:

Windows XP Embedded com um Celeron 2,5GHz
400-800 MHz FSB,Chipset Intel 865G
GPU Radeon 9600SE e 256MB RAM DIMM

Tendo seu lançamento em 2004, o sistema Taito contava também com um sistema de proteção contra dumps bastante eficiente, já que utilizava um HDD encriptado 2 Channel Parallel ATA (UATA-100 – 66 – 33) e 2 channel SATA como media. Mas como a vida não perdoa – e muito menos os hackers -, em meados de 2012 uma pessoa conseguiu acesso a um dos HDs utilizados pelo sistema e, após conseguir quebrar a proteção do mesmo, realizou vários dumps dos jogos que ali se encontravam. Dentre os jogos do sistema, os que merecem mais destaque são:
– Half-Life 2: Survivor e Survivor 2.0
– Mobile Suit Gundam: Spirits of ZEON
– Pokémon Battrio
– Raiden III e IV
– Tetris The Grand Master 3: Terror Instinct
– The King of Fighters ’98 Ultimate Match
– The King of Fighters ‘2002 Ultimate Match

Com lançamentos entre 2004 e 2010, as principais mudanças no hardware da Taito ocorreram no transição para o Taito Type X² e, após isso, na Type X³, que contava com as surpreendentes especificações:
– CPU: Intel Core i3/2120, Core i7/2600
– Graphic: NVIDIA GeForce GTX560Ti
– Memory: Up to 16GB
– Storage: Up to 3TB HDD
– SSD: 16GB

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Taito Tpe X

Impressionante, principalmente pelo fato de ser melhor que muita máquina em pleno 2017. O modelo mais novo da Taito, Taito Type X4 conta com uma configuração ainda mais parruda, principalmente no quesito de RAM, GPU e HDD, além de um OS lançado em 2016. Um fato curioso: após o lançamento da Type X2, não houve mais nenhum caso de dumps de jogos. Acredita-se que isso acontece porque grande parte dos jogos também saíram para consoles e PC e pelo fato dos sistemas atuais utilizarem o famoso NESiCAxLive.

Anunciado em 2010, o NESiCAxLive foi um sistema de distribuição digital para arcades produzido pela Taito. O sistema pode ser comparado com os consoles, uma vez que todas as máquinas rodando esse tipo de sistema baixavam jogos digitais através da rede – algo similar aos sistemas PSN e XBLA -, abolindo assim a necessidade de se trocar de gabinete toda vez que um novo jogo fosse lançado ou adquirido. Outro fator interessante é que o sistema também contava com aplicativos e acessórios curiosos, como o NESICA IC Card, que salvava informações do usuário como seu perfil e ranking competitivo, por exemplo.

Outro ponto a favor do sistema é – ou pelo menos foi – seu sistema de segurança. Durante 6 anos de vida o primeiro dump de um jogo ocorreu apenas em Dezembro do ano passado e, com ele, a quebra definitiva do sistema de segurança do arcade. Se por um lado isso é muito bom para os jogadores que não têm acesso a esses arcades e seus jogos exclusivos – como a maioria dos brasileiros -, por um lado isso poderia ser ruim para o mercado de Gamecenters, uma vez que com a iminente onda de dumps menos empresas possam querer lançar seus jogos para o NesicaxLive.

Mesmo com os problemas da pirataria, as perdas podem – e provavelmente serão – mínimas, porque nessa mesma época fora anunciado o NesicaXLive 2, sendo essa uma versão atualizada e melhorada para os arcades, que conta com as seguintes empresas já confirmadas tendo participação:
– Arc System Works (Guilty Gear, BlazBlue)
– Examu (Arcana Heart, Nitro+ Blasterz)
– FK Digital (Chaos Code)
– G.Revolution
– Square Enix
– French-bread (Melty Blood, Dengeki Bunko)
– SNK

05Taito Type X4 com sistema NESiCAxLIVE

 

Tendo até mesmo The King of Fighters XIV como um dos títulos de lançamento, não seria estranho ver também até mesmo Dissidia rodando nos sistemas, já que o mesmo já é executado em um PS4 modificado e com o recente desejo por parte da Square Enix em transformar o título em um eSport.

E é isso. A evolução dos arcades, apesar de terem seguido o fluxo natural das coisas, foi uma coisa louvável para cena, tanto na qualidade dos jogos como no aprimoramento do hardware e dos sistemas onde eram executados.

Já a parte que diz respeito aos dumps, essa é e foi comemorada por parte da comunidade de fãs de arcades, principalmente pelo fato de que alguns jogos já lançados em consoles terem versões mais atualizadas e balanceadas em sua versão arcade, como a versão 2.0 de Persona 4 Ultimax Ultra Suplex Hold, conhecida como Persona 4 Arena aqui.

E você, caro leitor, tem alguma opinião a respeito dos títulos exclusivos dos arcades, ou alguma experiência que gostaria de compartilhar? E qual sua opinião sobre a viabilidade de trazer o NesicaxLive para o Brasil? Deixe nos comentários!

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[Arquivo] Podcast NewsInside

Olá pessoal aqui é o Amido, espero que estejam gostando como o NewsInside tem ficado desde a saída do Tio, tenho feito muitas coisas para melhorar aqui e ano que vem já haver varias novidades para todos vocês, com intuito disto, estamos aqui com um recado DO PROPRIO TIO SOLID !!!!!

Ele me pediu vir divulgar que hospedou todos os podcasts ja feitos por ele lá no archive.org, abaixo tem o link e podem ir lá ouvir e baixar como quiserem desde o 1 !!!

[Arquivo] Podcast NewsInside

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[PS4 Update]: Sony pede inscritos para o beta Update 5.0

update5.0

Foi avisado hoje pela Sony que está precisando de pessoas para entrar na beta da próxima maior update do PS4 que será a 5.0, até o momento não foi indicado o que vai ter de novo mas se espera que ao menos ela arrume a aba de downloads que ficou um nojo de bagunçado e o antigo atalho de passar para próxima musica com PS + L1/R1, além disto não vejo grandes novidades vindo por ai já o sistema após a update com temas customizados ficou bem redondinho e não vejo mais novidades, veremos qual será a próxima loucura que dona Sony irá fazer em seu sistema.

Quem quiser se inscrever na Beta pode fazer por aqui
e se arrepender de usar na fase beta caso seja escolhido, poderá voltar para anterior sem cholo.

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[666]: Doom 2016 recebe atualização, todas as DLC’s serão gratuitas.

Escrito por: Amido
Revisado por: Yskardoom

Após um ano do lançamento de Doom e suas 3 DLC’s (Unto the Evil, Hell Followed e Bloodfall) o jogo chega na update 6.66 e a Bethesda percebeu besteira que fez em lançar DLCs mutiplayer e já que quase ninguém comprou mesmo ela resolveu liberar para todo mundo que tem o jogo base, agora todos que compraram o jogo terão acesso a:

9 novos mapas, 3 armas, 3 demônios, novos equipamentos e sets de armaduras, também mudaram o sistema de progressão de níveis, antes os itens desbloqueados eram totalmente aleatórios e agora os jogadores podem desbloquear os itens que desejam cumprindo desafios determinados, e ainda mudaram o sistema de hack por runas, e elas não expiram como antes aconteciam com o hack modules, porém todos os levels foram zerados e agora temos um novo começo, mas os veteranos tem a opção de bloquear novamente o que desbloquearam ou manter todo o progresso de desbloqueio que já fizeram.

E pra martelar de vez este caixão teremos teste gratuito para os que não possuem o jogo na próxima quinta-feira para quem tem PC e Xone (dias 22 e 23 de julho) e na próxima quinta para quem tem PS4: (dias 27 e 28 de julho).

No momento o jogo está com desconto na PSN e Xbox Live USA, custando $15,00, e não se sabe quanto vai custar nas outras plataformas, AINDA.
E aí, vocês vão dar uma segunda chance a esse jogo? Digam nos comentários a sua opinião.

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[Processinho News]: Wololo.net e Advogados da Sony

Escrito por: Amido
Revisado por: Yskar
processinhowololo

Ontem o wololo.net, um dos sites gringos mais conhecidos da scene, recebeu um ameaça de processinho vindo da dona Sony exigindo que eles removessem um arquivo hospedado por eles, acusando se tratar de uma das versões vazadas do PS4-SDK.

Mas este arquivo em questão mada mais era que versão antiga de codigo aberto cujo o original também está hospedado no GitHub (e ao alcance de qualquer um), assim o Wololo declarou que o trabalho do CTurt não é uma violação de direito autoral da Sony, mas pelo jeito não é exatamente este o arquivo que a Sony estava interessada e aparentemente provocado também pela denuncia que causou o falecimento do PS4 MTX Modchip os advogados da tia Sony saiu atirando para tudo que é lado na scene.

Para quem nunca ouviu falar, esses SDK (Source Development Kit) são pacotes de software que fazem a interligação dos PS4 DevKit a computadores, para testar bugs, verificar o desempenho, criar binários nativos do hardware do console para rodar no HD, e mais outras funções que só desenvolvedores de jogos deveriam ter acesso para poderem fazer a sua magnífica mágica interativa, mas para se ter acesso a esses conjunto de DevKit e SDK, a empresa precisa pagar uma boa grana além de assinar um contratinho que exige sigilo total sobre o uso dele e tudo que for relacionado a ele (inclusive o preço), sob pena de uma boa multa em dinheiro, ficar queimado na indústria, além de chicotadas por agentes togoleses realmente capazes.

Além do mais esses kits não são propriedade da empresa que pagou por eles (já que é um contrato de licenciamento) e em de jeito nenhum esses aparelhos e conjunto de software deve vazar para o público já que com isso nas mãos capazes da scene ajudariam um bocado na engenharia reversa dos firmwares mais atuais dos consoles, assim dando um maior entendimento do funcionamento de baixo nível do sistema para tentar encontrar uma vulnerabilidade e passar por cima do sistema de segurança criptográfico do PS4 e assim rodando até a tampa do Nescau no console.

Com esse esforço do seu setor jurídico, parece que a Sony está tentado evitar que se dissemine na internet uma versão do PS4-SDK que foi vazada recentemente pela equipe KromeMods, e além do wololom, o site PSXHAX também recebeu as mesmas acusações falsas de violação ao DMCA e apesar de também não dever nada a Sony ou a justiça, a equipe do PSXHAX achou melhor remover os artigos e conteúdos pedidos pela Sony do que gastar tempo e dinheiro tentando tocar música pra advogado maluco dançar (provavelmente em cima de suas caveiras).

Então comentem aí em baixo, será que isso é o inicio da caça às bruxas da Sony na scene do PS4? Será que veremos advogados correndo com processinhos pra cima de todo mundo e agentes togoleses saindo distribuíndo seu carinho para os desenvolvedores de desbloqueio? Parece que teremos de esperar as cenas dos próximos capítulos dessa incrível saga!

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Lembram do modchip PS4 MTX? Parece que a coisa azedou!

A semana passada foi intensa na scene, depois do anuncio do modchip MTX que permitiria compartilhar jogos comprados na PSN com um número infinito de consoles veio a tona uma noticia que pode fazer os interessados pensarem 20 vezes antes de quererem esse modchip sequer perto de seus consoles.

Esse bonitinho aqui

Esse bonitinho aqui

Um usuário do site PSXHAX de nickname Freeplex afirma que os grupos da terra do “pastel de flango” conseguiram os detalhes da vulnerabilidade e designs do modchip com eles e começaram a revender sem a autorização dele, totalmente putaço com a “falta de sacanagem” dos colegas xinglings de olhos puxados resolveu melar o esquema inteiro passando os detalhes da vulnerabilidade para a Sony’s security team.

Freeplex dedurando todo o esquema.

Caso isso seja verdade o modchip certamente vai ser bloqueado na próxima atualização do console e provavelmente a Sony vai estar monitorando atividades suspeitas na PSN.

Freeplex confirmou que recebeu estes detalhes da vulnerabilidade e como construir o modchip de outros grupos, e ele mesmo estava vendendo esses modchips por 5000 Trumps desde 2015, sendo esse esquema uma forma mais simples de fazer aquele sistema de pirataria brasileiro que noticiamos a um tempão atrás.

Ainda afirmou que UM PS4 MTX seria suficiente para fazer o esquema de compartilhamento dos jogos com infinitos consoles, bastando fazer o esquema e remover o chip e repetir o processo no próximo console, pois ele é um flash/programmer que faz o backup das informações de ativação dos jogos e então replica nos outros consoles e que esse esquema não é compatível com jogatina online, pois é entrar online e as chaves são checadas bloqueando os jogos, e assim precisando novamente do PS4 MTX para liberar novamente.

Porém tem como bloquear certos endereços no roteador e assim evitar a checagem, mas pode ter certeza que entrar online com vários consoles usando a mesma key de autenticação não vai deixar a Sony nada feliz e com certeza vai começar a deitar o banhammer a torto e a direito!

E aí, vai arriscar?

 

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PS4 MTX: Vídeo do Modchip funcionando.

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Agora é mais do que certo, o Modchip PS4 MTX é real, funciona e a MODchipCentral já tem pre-order e

serviço de instalação à venda.

Eu prefiro esperar uma solução via software do que por o PS4 ao risco de levar um pé na bunda

por causa de um chip e nem online se poder usar.sempre houver mais novidades desta bugiganga/gambiarra estarei atualizando com novo post.

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